Além da sua grande resistência e capacidade de orientação, a andorinha é uma ave que exibe uma grande agilidade enquanto voa. Durante o tempo em que nos visita, esta simpática ave faz o seu ninho, ou reconstrói o antigo, no sítio onde ela própria nasceu.
quinta-feira, maio 31, 2007
segunda-feira, maio 28, 2007
Estudar

1.
Estudar não é só ler nos livros
que há nas Escolas.
É também aprender a ser livre,
sem ideias tolas.
ler um livro é muito importante,
às vezes urgente,
mas livros são o bastante
para a gente ser gente.
É preciso aprender a escrever,
mas também a viver,
mas também a sonhar.
É preciso aprender a crescer,
aprender a estudar.
2.
Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros,
a ajudar os outros,
a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros,
aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Não merecer um castigo é estudar.
Estar contente consigo é estudar.
Aprender a terra, aprender o trigo.
e ter um amigo também é estudar.
3.
Estudar também é repartir
também é saber dar
o que a gente souber dividir
para multiplicar.
Estudar é escrever um ditado
sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado
é sabe-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro,
ter uma cabeça que saiba pensar,
pois, na Escola da vida,
primeiro está saber estudar.
4.
Contar todas as papoilas de um trigal
é a mais linda conta de somar
que se pode fazer.
dizer apenas música,
quando se ouve um pássaro,
pode ser a mais bela redacção do
Mundo.
Estudar é muito
Mas pensar é tudo!
Estudar não é só ler nos livros
que há nas Escolas.
É também aprender a ser livre,
sem ideias tolas.
ler um livro é muito importante,
às vezes urgente,
mas livros são o bastante
para a gente ser gente.
É preciso aprender a escrever,
mas também a viver,
mas também a sonhar.
É preciso aprender a crescer,
aprender a estudar.
2.
Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros,
a ajudar os outros,
a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros,
aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Não merecer um castigo é estudar.
Estar contente consigo é estudar.
Aprender a terra, aprender o trigo.
e ter um amigo também é estudar.
3.
Estudar também é repartir
também é saber dar
o que a gente souber dividir
para multiplicar.
Estudar é escrever um ditado
sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado
é sabe-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro,
ter uma cabeça que saiba pensar,
pois, na Escola da vida,
primeiro está saber estudar.
4.
Contar todas as papoilas de um trigal
é a mais linda conta de somar
que se pode fazer.
dizer apenas música,
quando se ouve um pássaro,
pode ser a mais bela redacção do
Mundo.
Estudar é muito
Mas pensar é tudo!
poema de Ary dos Santos
sexta-feira, maio 25, 2007
quarta-feira, maio 23, 2007
Uma nova descoberta...
Este livro é a descoberta mais recente...Que prazer só de o folhear!
O livro propõe uma viagem por pinturas, fotografias e desenhos que, do século XIII ao XXI, reflectem a relação das mulheres com os livros, através dos quais elas se apropriaram de “conhecimentos e experiências que não lhes eram destinados”, como se lê na obra.
Stefan Bollmann revisita pintores como Rembrandt, Vermeer, Fragonard, Van Gogh, Manet, Matisse e Hopper, e recorda a fotografia que Eve Arnold fez de Marilyn Monroe a ler o romance «Ulisses» de James Joyce, tentando chegar à verdade sobre esta imagem.
O livro está dividido em seis capítulos, o primeiro dos quais retrata as «leitoras abençoadas», seguindo-se as «leitoras fascinadas», as «autoconfiantes», as «sentimentais», as «apaixonadas» e as «solitárias».
Ao longo de cerca de 150 páginas, o álbum mostra mulheres de várias épocas e estratos sociais concentradas na leitura ou no instante imediato em que fecham o livro, lendo no recolhimento do quarto ou no espaço aberto de um jardim, sozinhas ou acompanhadas. “Desde há vários anos que colecciono imagens de mulheres que lêem, uma delas está pendurada em cima do sofá onde eu própria me sento a ler: é uma pintura de Harald Metzkes e mostra o que, quanto a mim, é uma jovem mulher que lê como se disso dependesse a sua vida”, escreve a jornalista e escritora alemã Elke Heidenreich no prefácio.
O escritor e editor Stefan Bollmann, responsável pela organização, coligiu as imagens, contextualizou cada pintura, desenho ou fotografia através de breves comentários em que explora o provável significado da leitura para cada uma das mulheres representadas e se interroga acerca do livro que as absorve.
Um EXCELENTE livro!
Boas leituras.
terça-feira, maio 22, 2007
Prémio Nacional de Ilustração 2006


Teresa Lima vence Prémio Nacional de Ilustração 2006. A artista Teresa Lima venceu por unanimidade o Prémio Nacional de Ilustração 2006, pelas ilustrações da obra «Histórias de animais», de Rudyard Kipling, informou hoje fonte da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas.
Esta é a segunda vez que Teresa Lima vence o Prémio Nacional de Ilustração, depois de, em 1998, ter ganho com as ilustrações de «Alice no País das Maravilhas», de Lewis Caroll.
Teresa Lima, nascida em Lisboa em 1962, tem já um longo historial de prémios de ilustração.
Licenciada em pintura pela Escola Superior de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Teresa Lima recebeu uma menção honrosa na edição de 2004 do Prémio Nacional de Ilustração pela obra «Se os bichos se vestissem como gente», de Luísa Ducla Soares.
«A cor das vogais», de Vergílio Alberto Vieira, «A cavalo no tempo», de Luísa Ducla Soares, «O livro dos segredos», de António Mota, e o livro de histórias tradicionais portuguesas «O gigante e as três irmãs» são algumas das obras ilustradas por Teresa Lima.
Esta é a segunda vez que Teresa Lima vence o Prémio Nacional de Ilustração, depois de, em 1998, ter ganho com as ilustrações de «Alice no País das Maravilhas», de Lewis Caroll.
Teresa Lima, nascida em Lisboa em 1962, tem já um longo historial de prémios de ilustração.
Licenciada em pintura pela Escola Superior de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Teresa Lima recebeu uma menção honrosa na edição de 2004 do Prémio Nacional de Ilustração pela obra «Se os bichos se vestissem como gente», de Luísa Ducla Soares.
«A cor das vogais», de Vergílio Alberto Vieira, «A cavalo no tempo», de Luísa Ducla Soares, «O livro dos segredos», de António Mota, e o livro de histórias tradicionais portuguesas «O gigante e as três irmãs» são algumas das obras ilustradas por Teresa Lima.
domingo, maio 20, 2007
Formação: Bibliotecas Escolares e o Paradigma Digital
À escola, aos alunos e professores, às Bibliotecas em geral, e particularmente às bibliotecas escolares são colocados novos desafios.
O ensino necessita de ser reinventado. A quantidade de conhecimentos que as sociedades modernas produzem aumentam progressivamente, as fontes são cada vez mais numerosas, a velocidade em que circulam intensificam-se.
A Internet disponibiliza recursos de forma atraente, por isso ocupa um lugar de destaque nas bibliotecas escolares. Contudo, nem sempre estes recursos são aproveitados e explorados da melhor forma.
A net disponibiliza recursos…. Isso já é passado!
Já está aí…. A WEB 2.0.
Poder-se-á dizer que WEB 2.0 é um novo conceito de World Wide Web. É um conjunto de serviços virtuais que nos permite a troca de informações e uma colaboração constante entre parceiros. É aqui que se criam e publicam conteúdos. Eis uma nova forma de interactividade.
O século XXI é o século do digital, com ele vive-se no mundo dos conteúdos. Os conhecimentos não são dados, isso é passado! É proporcionado um ambiente que promova a busca de informação, a facilidade no intercâmbio de conhecimentos, assim como a discussão entre parceiros. Todos são agentes da sua própria aprendizagem. A construção do saber faz-se uns com os outros.
Com este novo conceito é necessário actualizar o glossário:
Desta nova terminologia, o mais familiar é o vocábulo “Blog”. Os outros termos dominá-los-ei no fim da formação, assim espero! Conto com a tua ajuda Paulo I.
O ensino necessita de ser reinventado. A quantidade de conhecimentos que as sociedades modernas produzem aumentam progressivamente, as fontes são cada vez mais numerosas, a velocidade em que circulam intensificam-se.
A Internet disponibiliza recursos de forma atraente, por isso ocupa um lugar de destaque nas bibliotecas escolares. Contudo, nem sempre estes recursos são aproveitados e explorados da melhor forma.
A net disponibiliza recursos…. Isso já é passado!
Já está aí…. A WEB 2.0.O que é? Para que serve? Qual a sua utilidade?
Poder-se-á dizer que WEB 2.0 é um novo conceito de World Wide Web. É um conjunto de serviços virtuais que nos permite a troca de informações e uma colaboração constante entre parceiros. É aqui que se criam e publicam conteúdos. Eis uma nova forma de interactividade.O século XXI é o século do digital, com ele vive-se no mundo dos conteúdos. Os conhecimentos não são dados, isso é passado! É proporcionado um ambiente que promova a busca de informação, a facilidade no intercâmbio de conhecimentos, assim como a discussão entre parceiros. Todos são agentes da sua própria aprendizagem. A construção do saber faz-se uns com os outros.
Com este novo conceito é necessário actualizar o glossário:
Desta nova terminologia, o mais familiar é o vocábulo “Blog”. Os outros termos dominá-los-ei no fim da formação, assim espero! Conto com a tua ajuda Paulo I.Para melhorar o voo da andorinha...
Hoje é domingo! dia de descanso!
Partilho este momento com os que visitam este cantinho...
sexta-feira, maio 18, 2007
Formação de Utilizadores
Que utilizadores? Será necessário formá-los? A formação de utilizadores, como entender este conceito?
" O ensino tradicional tradicional das competências necessárias para tirar partido da biblioteca incidia no manuseamento dos catálogos manuais, na localização das obras de referência, na compreensão do sistema de classificação,tec,ensinamentos estes muitas vezes ministrados em "lições"de bibliotecas específicas." (Elsa C.,2006)
quinta-feira, maio 17, 2007
Bibliotecas Digitais II
Dá que pensar!
Vivemos num mundo de comunicação e de partilha. Agora, o importante é disponibilizar e facilitar o acesso a conteúdos. Somos receptores e produtores de conteúdos. Estaremos na era da aprendizagem colaborativa?!
quarta-feira, maio 16, 2007
domingo, maio 13, 2007
sexta-feira, maio 11, 2007
Ler: na sala de aula ou na biblioteca escolar?


Ler: na sala de aula ou na biblioteca escolar? - A questão continua a inquietar. Não há certezas, mas são as dúvidas que nos encaminham à construção do saber...
É certo que o importante é ler, não interessa onde se lê. Contudo, o espaço sala de aula e biblioteca escolar desempenham papéis essenciais no desenvolvimento e hábito da leitura.
Neste momento, é claro que a biblioteca escolar oferece leituras mais livres, isto é não é o professor que conduz as escolhas, nem há orientações. Aqui poderá iniciar-se uma longa aventura.
A leitura na sala de aula apresenta um carácter mais pedagógico. É necessário ensinar a ler e a ler em vários suportes, mas serão essas aprendizagens da leitura que se fazem na sala de aula?
quinta-feira, maio 10, 2007
Andorinha
domingo, maio 06, 2007
quinta-feira, maio 03, 2007
Leituras Transversais

Numa certa conta havia
um zero dado à poesia
que tinha um sonho secreto:
fugir para o alfabeto.
Sonhava tornar-se um O
nem que fosse um dia só,
ou ainda menos: só
o tempo de dizer: "OH!"
(Nos livros e nas selectas
o que mais o comovia
eram os "Ohs!" que os poetas
metiam nas poesias!)
Um "Oh! lírico&profundo,
um só "Oh!" lhe bastaria
para ele dizer ao mundo
o que na alma lhe ia!
E o que na alma lhe ia!
sonhos de glória, esperanças,
ânsias, melodia,
recordações de criança;
além de um grande vazio
de tipo existencial
e de uma caixa que um tio
lhe pedira para guardar;
e ainda as chaves do carro
e uma máscara de entrudo...
Não tinha bolsos, coitado,
guardava na alma tudo!
A alma! Como queria
gritá-la num"Oh!"sincero!
mas não passava de um zero
que, oh!, não se pronuncia...
Daí que andasse doente
de grave doença poética
e em estado permanente
de ansiedade alfabetica.
E se indignasse & etc.
contra o destino severo
que fizera dele um zero
com uma alma de letra!
Tanta ambição desmedida,
tanto sonho feito pó!
E aquele zero dava a vida
para poder dizer"Oh!"...
A divulgação deste poema é uma homenagem à amiga Teresa M. que é professora de Matemática e lê, este e outros poemas, aos seus alunos. Um verdadeiro exemplo de leituras transversais.
Obrigada TM por me ensinares tanto!
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