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sexta-feira, março 12, 2010

A Dimensão Económica da Literacia em Portugal:Uma Análise




A Dimensão Económica da Literacia em Portugal:Uma Análise é um estudo que merece a nossa leitura, análise e reflexão.
Algumas ideias para reflectir:

A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: uma análise, é um estudo encomendado pelo PNL, que revela que o nosso país “apresenta os níveis mais baixos de competências de literacia entre todos os países onde se realizaram inquéritos”. Face a este resultado, a escola, os professores e professores bibliotecários não podem ignorar o estudo, pelo contrário deverão reflecti-lo e encontrar estratégias para combater tal situação. Acredito que a BE pode fazer a diferença.

A palavra MUDANÇA que tantas vezes surge neste texto. “ A mudança é inevitável!( p. 17) ” – a questão que se coloca é: se há recursos materiais e humanos especializados então, onde estamos a falhar? Teremos consciência que se está a hipotecar a economia do país e dos nossos jovens?

O desenvolvimento das literacias implica um trabalho efectivo de colaboração e de cooperação os docentes, introduzindo novas estratégias de aprendizagem. As alterações curriculares e as reformas que introduziram as áreas curriculares não disciplinares, tais como disciplinas como o Estudo Acompanhado ou a Área de Projecto que vieram abrir uma janela de oportunidade a este tipo de trabalho. Muitas escolas, muitas bibliotecas conseguiram “agarrar” esta oportunidade, contudo outras deixaram fugir e continuam a desvirtuar o papel destas áreas.

Há muito investimento público no PNL, RBE, PTE, CNO e em recursos humanos qualificados, conduto os resultados do desempenho dos nossos alunos não é muito elevado, este facto deve-nos preocupar enquanto formadores e elementos directamente envolvidos nestes planos.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

e-learningpapers

Um site a explorar!



O panorama dos conteúdos de e-learning vive mudanças interessantes. Enquanto que o desenvolvimento dos media digitais oferece oportunidades radicalmente novas tanto aos fornecedores de conteúdos de aprendizagem como aos estudantes, as larguras de banda sempre maiores dos meios de telecomunicação vieram permitir o uso, não antecipado, de material rico em media (videoclips, audioclips, simulações, etc.) no campo do e-learning. Paralelamente, as bibliotecas digitais e outros recursos dispensam fornecedores e estudantes da necessidade de locais físicos de acesso restrito. No entanto, como provam os artigos deste número da eLearning Papers, devemos reavaliar as dificuldades visuais e pedagógicas dos conteúdos de e-learning.

consultar AQUI

domingo, dezembro 06, 2009

Umberto Eco



O comissário da nova exposição no Louvre, em Paris, fala do lugar que as listas ocupam na história da cultura e dos modos como tentamos não pensar na morte. Um intelectual em discurso directo... Nesta entrevista, Umberto Eco afirma:
O Google é uma tragédia para os jovens Ler mais AQUI


O Google cria uma lista, mas no momento em que olho para a lista que o Google gerou, ela já mudou. Essas listas podem ser perigosas - não para os adultos como eu, que adquiriram conhecimento de outro modo -, mas para os jovens, para quem o Google é uma tragédia. As escolas deveriam ensinar a arte da discriminação.

FONTE: ionline

domingo, outubro 18, 2009

Modelos e Práticas em Literacia



Modelos e Práticas em Literacia, produzida com a colaboração de um leque de especialistas directamente envolvidos nos processos de formação e de supervisão científica e pedagógica (PNEP, FCM e Ensino Superior), percorre alguns dos lugares e dos gestos para a consecução do sucesso em literacia, abordando, com detalhe, aspectos como a literacia emergente, a literacia crítica, a literacia visual, a literacia em leitura e em escrita, a literacia digital, a literacia científica, a literacia literária e a literacia matemática (ou numeracia). FONTE: WooK

É de valorizar os exemplos práticos que são dados ao longo da obra. São óptimos para reflectirmos e /ou adapatarmos para as nossas realidades.

Uma boa proposta de aquisição para as bibliotecas escolares.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Manual de Literacia da Internet


A propósito do dia Europeu da Internet Segura aqui fica a indicação de um excelente instrumento a explorar... por pais, professores e coordenadores de bibliotecas... Explorem AQUI

sexta-feira, outubro 12, 2007

Leituras e as Bibliotecas Escolares


Hoje, na maioria das escolas, os jovens podem usufruir de bibliotecas escolares, as quais disponibilizam serviços e recursos que permitem a todos tornarem-se leitores críticos, capazes de reflectir e de argumentar.
Para que os nossos alunos não se limitem à leitura tradicional e de facto desenvolvam competências leitoras é necessário que seja disponibilizado tempo e recursos para a leitura. É neste sentido que a biblioteca escolar desempenha um papel fundamental na promoção da leitura. A biblioteca escolar fomenta a possível leitura por curiosidade, por prazer, por interesse. É necessário que se fale de livros e de leituras de uma forma mais espontânea, nas conversas quotidianas. É importante que os alunos incorporem a leitura como uma prática útil, necessária e compatível com a vida diária.

A biblioteca escolar deverá apresentar uma colecção ampla e diversificada. O contacto com vários tipos de textos torna-nos leitores mais críticos. Actualmente, os textos aparecem em vários suportes, não só o impresso, mas o electrónico e o audiovisual. Alguns vivem a experiência da alfabetização visual, é necessário aprender a ler os códigos da imagem na linguagem audiovisual, televisiva, cinematográfica, o texto electrónico e a publicidade. Estarão as escolas, as bibliotecas, os docentes preparados para iniciarem este novo processo de ensino- aprendizagem?

Surge-me a ideia de que o professor deverá ser o promotor da leitura, nas suas várias vertentes. No entanto, ainda não é essa a nossa realidade! É prática comum remeter as questões da leitura para o departamento de Língua Portuguesa. E as leituras transversais? A leitura de gráficos? A leitura de imagens? Quem as prática?
A afirmação:” O PISA incide sobre “ler para aprender” e não sobre “aprender a ler”; por consequência, os estudantes não são avaliados ao nível das capacidades de leitura mais básicas.” ([1]), deverá ser o ponto de partida para a repensar as metodologias e as práticas no ensino, não esquecendo que a biblioteca escolar é essencial à operacionalização do conceito de literacia.



[1] Resultados do Estudo Internacional PISA 2003: Programme for International Student Assessment. In Ministério da Educação: Gave, 2004. p.7.

segunda-feira, junho 11, 2007

Ler os Clássicos...

Numa reunião com professores coordenadores de bibliotecas escolares falava-se de leitura e hábitos de leitura. Uma professora comentava que os clássicos da literatura não eram lidos nem sequer conhecidos dos alunos, a sua preocupação era o que fazer para que os alunos leiam os ditos clássicos. Será esta leitura tão importante?!
A este propósito recordei a obra de Ítalo Calvino – Porquê Ler os Clássicos?


“ Os clássicos são os livros de que se costuma ouvir dizer: “Estou a reler…” e nunca “Estou a ler…”

Italo Calvino acrecenta, " ...ler pela primeira umgrande livro em idade madura é um prazer extraordinário: diferente (mas não se pode dizer que é maior ou menor) do que se tem ao lê-lo na juventude. A juventude comunica à leitura, tal como a qualquer outra experiência, um sabor e uma importância muito especiais; enquanto na maturidade se apreciam(deveriam apreciar-se) muito mais os pormenores, níveis e significados."

A formação de leitores iniciar-se-á com os clássicos?!

segunda-feira, maio 28, 2007

Estudar


1.
Estudar não é só ler nos livros
que há nas Escolas.

É também aprender a ser livre,
sem ideias tolas.
ler um livro é muito importante,
às vezes urgente,
mas livros são o bastante
para a gente ser gente.
É preciso aprender a escrever,
mas também a viver,
mas também a sonhar.
É preciso aprender a crescer,
aprender a estudar.

2.
Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros,
a ajudar os outros,
a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros,
aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Não merecer um castigo é estudar.
Estar contente consigo é estudar.
Aprender a terra, aprender o trigo.
e ter um amigo também é estudar.

3.
Estudar também é repartir
também é saber dar
o que a gente souber dividir
para multiplicar.
Estudar é escrever um ditado
sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado
é sabe-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro,
ter uma cabeça que saiba pensar,
pois, na Escola da vida,
primeiro está saber estudar.

4.
Contar todas as papoilas de um trigal
é a mais linda conta de somar
que se pode fazer.
dizer apenas música,
quando se ouve um pássaro,
pode ser a mais bela redacção do
Mundo.
Estudar é muito
Mas pensar é tudo!
poema de Ary dos Santos

quinta-feira, maio 17, 2007

Bibliotecas Digitais II



Dá que pensar!
Vivemos num mundo de comunicação e de partilha. Agora, o importante é disponibilizar e facilitar o acesso a conteúdos. Somos receptores e produtores de conteúdos. Estaremos na era da aprendizagem colaborativa?!