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sexta-feira, setembro 09, 2011

Professora Bibliotecária

Numa nova etapa, partilho  o depoimento da colega Isabel Mendinhos



Obrigada Isabel pela partilha.

sábado, abril 02, 2011

Dia Internacional do Livro Infantil 2011


Mensagem do 2 de Abril de 2011, Dia Internacional do Livro Infantil  - este ano a mensagem é escrita por
Aino Pervik


O livro recorda
“Quando Arno e o seu pai chegaram à escola, as aulas já tinham começado.”

No meu país, a Estónia, quase toda a gente conhece esta frase de cor. É a primeira linha de um livro intitulado Primavera. Publicado em 1912, é da autoria do escritor estónio Oskar Luts (1887-1953).

Primavera narra a vida de crianças que frequentavam uma escola rural na Estónia, em finais do século XIX. O Autor escrevia sobre a sua própria infância e Arno, na verdade, era o próprio Oskar Luts na sua meninice.

Os investigadores estudam documentos antigos e, com base neles, escrevem livros de História. Os livros de História relatam eventos que aconteceram, mas é claro que esses livros nunca contam como eram de facto as vidas das pessoas comuns em certa época.

Os livros de histórias, por seu lado, recordam coisas que não é possível encontrar nos velhos documentos. Podem contar-nos, por exemplo, o que é que um rapaz como Arno pensava quando foi para a escola há cem anos, ou quais os sonhos das crianças dessa época, que medos tinham e o que as fazia felizes. O livro também recorda os pais dessas crianças, como queriam ser e que futuro desejavam para os seus filhos.

Claro que hoje podemos escrever livros sobre os velhos tempos, e esses livros são, muitas vezes, apaixonantes. Mas um escritor actual não pode realmente conhecer os sabores e os cheiros, os medos e as alegrias de um passado distante. O escritor de hoje já sabe o que aconteceu depois e o que o futuro reservava à gente de então.

O livro recorda o tempo em que foi escrito.

A partir dos livros de Charles Dickens, ficamos a saber como era realmente a vida de um rapazinho nas ruas de Londres, em meados do século XIX, no tempo de Oliver Twist. Através dos olhos de David Copperfield (coincidentes com o olhar de Dickens nessa época), vemos todo o tipo de personagens que ao tempo viviam na Inglaterra — que relações tinham, e como os seus pensamentos e sentimentos influenciaram tais relações. Porque David Copperfield era de facto, em muitos aspectos, o próprio Charles Dickens; Dickens não precisava de inventar nada, ele pura e simplesmente conhecia aquilo que contava.

São os livros que nos permitem saber o que realmente sentiam Tom Sawyer, Huckleberry Finn e o seu amigo Jim nas viagens pelo Mississippi em finais do século XIX, quando Mark Twain escreveu as suas aventuras. Ele conhecia profundamente o que as pessoas do seu tempo pensavam sobre as demais, porque ele próprio vivia entre elas. Era uma delas.

Nas obras literárias, os relatos mais verosímeis sobre gente do passado são os que foram escritos à época em que essa mesma gente vivia.
Tradução: José António Gomes

Nascida em 1932, na Estónia, Aino Pervik publicou cerca de meia centena de livros para crianças, a par de poesia e narrativas para adultos. Distinguida com vários e prestigiosos prémios e traduzida em diversas línguas, obras suas têm sido adaptadas ao teatro e ao cinema. A velha mãe Kunks, Arabella, a filha do pirata, Paula aprende a sua língua (integrado numa série protagonizada pela mesma personagem), são apenas três dos seus títulos mais conhecidos.

A Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil é uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People), difundida em Portugal pela APPLIJ (Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil), Secção Portuguesa do IBBY.
Fonte : dglb

domingo, janeiro 17, 2010

Professor Bibliotecário

Será este o professor Bibliotecário dos século XXI?



Obrigada ao Fernando R. pela partilha da foto.

quinta-feira, setembro 17, 2009

Professor Bibliotecário



A Fundación Germán Sánchez Ruipérez publicou na sua newsletter uma noticia sobre a Portaria que estipula as regras para a designação de professores Bibliotecários.~
Nuestros hermanos estão atentos!

quinta-feira, setembro 10, 2009

A Liderança e as Bibliotecas Escolares

Depois de passar os dias a voar de ninho em ninho... já recolhida vou trabalhando na elaboração da dissertação. Foi neste âmbito que acabei de ler:



À medida que as organizações transitam dos modelos industriais para os pós-industriais, e à medida que o conhecimento substitui o trabalho braçal, novas formas de gestão das pessoas têm vindo a ser identificadas. É desta nova concepção de gestão das pessoas, das equipas que podemos explorar. Qual a relevância destes conceitos para os Professores Bibliotecários? para as Bibliotecas Escolares?

Actualmente, e cada vez mais, a biblioteca escolar apresenta-se associada a uma função educativa e pedagógica o que pressupõe um trabalho intenso com a escola e com os outros professores. Este trabalho plasma-se numa gestão mais eficaz e eficiente. Estamos perante um novo paradigma, uma nova concepção de biblioteca escolar e, um novo papel é atribuído ao Professor Bibliotecário.
As novas competências do professor bibliotecário devem espelhar uma liderança forte, uma aposta na aprendizagem contínua, na capacidade de antecipar problemas e na alteração de práticas de trabalho.

A leitura de LIDERAR abre-nos novas portas conceptuais, apresenta-nos vários tipos de liderança e o poder do líder na mudança...tão necessária às nossas bibliotecas escolares.
Esperamos que haja mudança nas nossas bibliotecas escolares !

domingo, abril 19, 2009

RBE -Newsletter 04


Li com entusiasmo a Newsletter 04 da RBE, alguns artigos são para reler e partilhar, outros para reflectir, mas todos para guardar.

Da leitura destaco:
A entrevista dada por Miguel Real, professor de Filosofia, escritor premiado, com uma obra já destacada nas áreas do ensaio, do romance histórico e do teatro, que faz parte da equipa da biblioteca da Escola Secundária de Mem Martins, onde tem desempenhado um papel importante na promoção da leitura e no desenvolvimento cultural da personalidade dos alunos

Ler AQUI

Aconselho vivamente a leitura dos artigos dedicados ao Professor Bibliotecário.

O artigo assinado pela Maria João Filipe, do GRBE - Professor bibliotecário: uma função especializada - um cargo - e o artigo Competências do Professor-bibliotecário no processo de auto-avaliação da biblioteca escolar escrito a quatro mãos Leonor Gaspar Pinto e Paula Ochôa, do INCITE Associação para a Gestão da Informação.

Boas Leituras.