Mensagens que partilho!
Além da sua grande resistência e capacidade de orientação, a andorinha é uma ave que exibe uma grande agilidade enquanto voa. Durante o tempo em que nos visita, esta simpática ave faz o seu ninho, ou reconstrói o antigo, no sítio onde ela própria nasceu.
sábado, abril 30, 2011
terça-feira, abril 26, 2011
Pequena Abelha
Nestes feriados... aproveitei e devorei este livro... A sinopse diz assim:
Não queremos lhe contar o que acontece nesse livro. É realmente uma história especial, e não queremos estragá-la.Ainda assim, você precisa saber algo para se interessar, por isso vamos dizer apenas o seguinte:
Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa fazer uma escolha que envolve vida ou morte. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa… Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como a narrativa se desenrola.
Pequena Abelha é o segundo livro de Chris Cleave. Finalista do Prêmio Costa de 2008 como Melhor Obra de Ficção, foi indicado ao Prêmio Commonwealth Writers’ como Melhor Livro de 2009.
Gostei de ler este livro ... uma das razões foi ter-me possibilitado pensar um pouco mais nos problemas da imigração ilegal, dos efeitos da extração de petróleo nos países mais probres e verdadeiros valores da vida. Esse livro é acima de tudo uma grande lição de vida... as personagens são inspiradoras de enfrentar o nosso dia-a-dia...
sexta-feira, abril 15, 2011
122º aniversário de Charlie Chaplin
quinta-feira, abril 14, 2011
Platero e eu II
Estava eu a reler Platero e eu... quando me deparei com um capítulo sobre andorinhas...
"As andorinhas já aqui estão, Platero, e mal se ouvem. Mas nos outros anos, no dia da chegada saudavam e bisbilhotavam tudo, palrando sem tréguas no seu ondulado gorjeio. Contavam às flores o que haviam visto em África, as suas duas viagens por mar, deitadas na água, com a asa por vela, ou nas enxárcias dos barcos; e outros ocasos, outras auroras, outras noites com estrelas...
Não sabem que fazer. Voam, mudas, desorientadas, como as formigas quando uma criança lhes pisa o carreiro. Não se atrevem a subir e descer a Rua Nova em insistente linha nos seus ninhos dos poços, nem a pôr-se nos fios do telégrafo, que o norte faz zumbir, na sua imagem clássica de mensageiras, junto aos isoladores brancos... Vão morrer de frio, Platero!"
quarta-feira, abril 13, 2011
Platero e eu
As aulas termiram para uma breve pausa.... fui à biblioteca da escola , percorri as estantes e encontrei um livro que li na minha juventude Platero e eu... apeteceu relê-lo .... requisitei-o!
Platero e Eu é um magnífico poema em prosa, em que Juan Ramón Jiménez (Prémio Nobel de Literatura, em 1956) descreve o ambiente e a vida da gente simples da sua pequena aldeia andalusa, e também a afeição que o une ao burrito Platero, que umas vezes lhe serve de confidente, e outras é o verdadeiro sujeito da acção. Ambos, jovem e burro, percorrem as ruas da aldeia e os campos em seu redor, trocando impressões e imaginando aventuras...
Estou a gostar de reler as aventuras de Platero.
Platero e Eu é um magnífico poema em prosa, em que Juan Ramón Jiménez (Prémio Nobel de Literatura, em 1956) descreve o ambiente e a vida da gente simples da sua pequena aldeia andalusa, e também a afeição que o une ao burrito Platero, que umas vezes lhe serve de confidente, e outras é o verdadeiro sujeito da acção. Ambos, jovem e burro, percorrem as ruas da aldeia e os campos em seu redor, trocando impressões e imaginando aventuras...
Estou a gostar de reler as aventuras de Platero.
sexta-feira, abril 08, 2011
quarta-feira, abril 06, 2011
Revista Ler Abril 2011
Artigos a não perder..... este mês uma entrevista de Umberto Eco.
"Trinta anos depois de O Nome da Rosa, o ensaísta e escritor italiano publica O Cemitério de Praga, romance que desafia as fronteiras entre realidade e ficção. Eco, 79 anos, recebeu Carlos Vaz Marques na sua casa-biblioteca de 30 mil livros, em Milão. «Um sábio que passou a vida a estudar borboletas não quer tornar-se uma borboleta. " Fonte: Revista LER
"Trinta anos depois de O Nome da Rosa, o ensaísta e escritor italiano publica O Cemitério de Praga, romance que desafia as fronteiras entre realidade e ficção. Eco, 79 anos, recebeu Carlos Vaz Marques na sua casa-biblioteca de 30 mil livros, em Milão. «Um sábio que passou a vida a estudar borboletas não quer tornar-se uma borboleta. " Fonte: Revista LER
O Último Livro
Conheci Živković com a leitura da obra a Biblioteca...li e gostei muito. Numa ida à livraria, vendo as novidades, encontrei o novo livro de Živković ...não resisti... comprei-o!
Comecei a lê-lo e não consigo parar... um livro fantástico, subtil e imaginativo....aconselho a sua leitura!
Algo de terrível está a acontecer na Livraria Papyrus! O senhor Todorović, um dos mais fiéis clientes, morreu inesperadamente, enquanto, sentado numa das poltronas da livraria, folheava tranquilamente um livro. Causa da morte: desconhecida. Vera Gavrilović, uma das proprietárias, está preocupada. Até porque este é apenas o início: a esta primeira morte sucede outra, e depois outra, e outra ainda. Todas elas sem motivo aparente. Este estranho caso parece talhado à medida do bibliófilo Inspector Dejan Lukić. Dejan, com a ajuda de Vera, dará início a uma desconcertante investigação, que se adensará cada vez mais, ao ponto de envolver a polícia secreta. Isto até se depararem com O último livro...
terça-feira, abril 05, 2011
Cata Livro
Hoje, a equipa da CASA DA LEITURA lançou o seu novo projecto, CATA LIVROS, na Biblioteca Municipal de Oeiras. Destinado a jovens leitores que tem por objectivo usar a internet para os aproximar de um conjunto de títulos essenciais da literatura para infância e juventude, com destaque para a produção nacional, num modelo que, sem perder rigor científico, assenta no carácter lúdico e interactivo das narrativas e desafios propostos.
sábado, abril 02, 2011
Dia Internacional do Livro Infantil 2011
Mensagem do 2 de Abril de 2011, Dia Internacional do Livro Infantil - este ano a mensagem é escrita por
Aino PervikO livro recorda
“Quando Arno e o seu pai chegaram à escola, as aulas já tinham começado.”No meu país, a Estónia, quase toda a gente conhece esta frase de cor. É a primeira linha de um livro intitulado Primavera. Publicado em 1912, é da autoria do escritor estónio Oskar Luts (1887-1953).
Primavera narra a vida de crianças que frequentavam uma escola rural na Estónia, em finais do século XIX. O Autor escrevia sobre a sua própria infância e Arno, na verdade, era o próprio Oskar Luts na sua meninice.
Os investigadores estudam documentos antigos e, com base neles, escrevem livros de História. Os livros de História relatam eventos que aconteceram, mas é claro que esses livros nunca contam como eram de facto as vidas das pessoas comuns em certa época.
Os livros de histórias, por seu lado, recordam coisas que não é possível encontrar nos velhos documentos. Podem contar-nos, por exemplo, o que é que um rapaz como Arno pensava quando foi para a escola há cem anos, ou quais os sonhos das crianças dessa época, que medos tinham e o que as fazia felizes. O livro também recorda os pais dessas crianças, como queriam ser e que futuro desejavam para os seus filhos.
Claro que hoje podemos escrever livros sobre os velhos tempos, e esses livros são, muitas vezes, apaixonantes. Mas um escritor actual não pode realmente conhecer os sabores e os cheiros, os medos e as alegrias de um passado distante. O escritor de hoje já sabe o que aconteceu depois e o que o futuro reservava à gente de então.
O livro recorda o tempo em que foi escrito.
A partir dos livros de Charles Dickens, ficamos a saber como era realmente a vida de um rapazinho nas ruas de Londres, em meados do século XIX, no tempo de Oliver Twist. Através dos olhos de David Copperfield (coincidentes com o olhar de Dickens nessa época), vemos todo o tipo de personagens que ao tempo viviam na Inglaterra — que relações tinham, e como os seus pensamentos e sentimentos influenciaram tais relações. Porque David Copperfield era de facto, em muitos aspectos, o próprio Charles Dickens; Dickens não precisava de inventar nada, ele pura e simplesmente conhecia aquilo que contava.
São os livros que nos permitem saber o que realmente sentiam Tom Sawyer, Huckleberry Finn e o seu amigo Jim nas viagens pelo Mississippi em finais do século XIX, quando Mark Twain escreveu as suas aventuras. Ele conhecia profundamente o que as pessoas do seu tempo pensavam sobre as demais, porque ele próprio vivia entre elas. Era uma delas.
Nas obras literárias, os relatos mais verosímeis sobre gente do passado são os que foram escritos à época em que essa mesma gente vivia.
Tradução: José António Gomes
Nascida em 1932, na Estónia, Aino Pervik publicou cerca de meia centena de livros para crianças, a par de poesia e narrativas para adultos. Distinguida com vários e prestigiosos prémios e traduzida em diversas línguas, obras suas têm sido adaptadas ao teatro e ao cinema. A velha mãe Kunks, Arabella, a filha do pirata, Paula aprende a sua língua (integrado numa série protagonizada pela mesma personagem), são apenas três dos seus títulos mais conhecidos.
A Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil é uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People), difundida em Portugal pela APPLIJ (Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil), Secção Portuguesa do IBBY.
Fonte : dglb
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