quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Fronteiras perdidas


trata-se de um livros de contos de José Eduardo Agualusa que se lê rapidamente e com muito entusiasmo.

" Um morto da guerra descansa numa caneca de leite, a meio da noite, em Luanda. Está um passageiro transformado em serpente no lavabo do avião. Um elevador, no Recife, foi desviado para Cuba por alturas do quarto andar. 0 sonho, o delírio, a vergonha, a fé, a pele, a memória, o feitiço, o nome -o ódio e a entrega - são territórios de exílio, e nessa condição, lugares de morança. Misturam-se com uma fluidez voraz: são «Fronteiras Perdidas», linhas de vida de outra maneira, um catálogo de paisagens oníricas. Histórias que não são visíveis mas são visitáveis. Este livro é um caminho para elas e encerra pequenas sabedorias. Por exemplo, a maior: não existem sítios, apenas posições. «Não há mais lugar de origem», diz um dos percursos. Ou então: um hotel em que alguém afirma que dormiu e que está abandonado há anos. E Placido Domingo contempla o rio, em Corumbá." in wook


Li com especial atenção o último conto "A noite em que prenderam o pai natal" uma vez que este conto era o ponto de partida para uma experiência na Biblioteca, no âmbito da Semana das Ciências e do projeto Newton gostava de ler. ver mais aqui »»

uma excelente leitura.... uma excelente atividade.

Os Homens que odeiam mulheres



fantástico!!!! A não perder.

Exposição na fundação C. Gulbenkian - Fernando Pessoa

A Fundação Calouste Gulbenkian abriu as suas portas com uma excelente  exposição sobre o poeta Fernando Pessoa e os seus heterónimos, intitulada «Fernando Pessoa, Plural como o Universo».
Esta exposição  resulta    de uma colaboração entre a Fundação Gulbenkian, a Fundação Roberto Marinho e o Museu da Língua Portuguesa de São Paulo.

Até 30 de abril,  será possível encontrar na sede da Fundação Gulbenkian  poemas, textos, documentos, fotografias e pintura sobre um dos poetas maiores da história da literatura portuguesa.


A não perder!!!

domingo, fevereiro 05, 2012

Estou a ler...



sinopse: " Leonor, Alcipe, condessa de Oeynhausen, marquesa de Alorna - nomes de uma mulher única e invulgarmente plural. Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade. Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. Marquesa de Alorna, Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite."

ainda é cedo para tecer um comentário....


 O diário de Noticias, em Outubro de 2011 escreveu:
"A marquesa de Alorna, que literariamente assinava como Alcipe, sempre fascinou Maria João Lopo de Carvalho que decidiu escrever a sua história, num romance que traz a lume algumas cartas inéditas da poetisa."  Ler mais »»